segunda-feira, 29 de abril de 2019

Regra de ouro



Filósofos têm pesquisado sobre as regras das relações humanas, toda essa pesquisa se desenvolveu apenas um único preceito, o qual não é novo, é velho como a História. Zoroastro o ensinou aos seus adoradores do fogo, na Pérsia, 3 mil anos atrás. Confúcio pregou-o na China há 24 séculos, Lao-Tsé, o fundador do Taoísmo, ensinou-o aos seus discípulos no Vale do Han. Buda pregou-o no Ganges Sagrados 500 anos antes de Cristo. Os livros sagrados do Hinduísmo ensinaram-no mil anos antes. Jesus ensinou-o entre as montanhas de pedra da Judéia 20 séculos. Jesus resumiu-o em um pensamento – provavelmente o mais importante preceito no mundo: “Faça aos outros o que quer que os outros lhe façam”. Carnegie, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas, capítulo 6, pg 130, edição 52.

domingo, 10 de março de 2019

Pesquisa - Estudo Global da taxa de sucesso dos projetos de TI.

Pesquisa fantástica realizada pela Standish Group. A pesquisa divulga um Estudo Global da taxa de sucesso dos projetos de TI. Um breve resumo, em 2015 apenas 36% tiveram sucesso, ou seja, entregue no prazo, com o custo planejado e com qualidade, 45% foram concluídos com atrasos e custos estourados e 19% não foram concluídos... Este número se agravam nas grandes empresas e em projetos maiores... Onde a taxa de sucesso não passou de 6%... Segue a pesquisa, boa leitura. CHAOS Report 2015: focuses on presenting the information and data on success and failure in different forms with many charts. In this report we have 21 charts and 12 tables. A main feature of this report is presenting the six elements of success: time, budget, target, goal, value and customer satisfaction. Another key feature is the new definition of success as OnTime, OnBudget with a satisfactory outcome. We used this definition for most of the charts including size by resolution, the resolution by size, industry, type, method, world’s area, complexity, strategic alignment, and capability.

CHAOS Report 2015

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A GAMIFICAÇÃO APLICADA À APRENDIZAGEM

A gamificação é um conceito cada vez mais explorado, mas em que consiste concretamente
esta técnica? A gamificação busca basicamente aplicar a lógica da mecânica dos videogames ao campo educacional. Desta forma, as habilidades ou disciplinas a serem ensinadas são apresentadas como fases a serem superadas, obtendo pontos e até montando tabelas de classificação dos participantes. Algo como transformar o aprendizado em um jogo.

Como exemplo, conversamos com o pessoal da Udemy e eles nos explicaram um pouco sobre como a plataforma utiliza essa técnica. O sistema de ensino da Udemy se baseia na formação de indivíduos produtivos, brincando com as regras do mundo real, no entanto, não é assim com todo o tipo de conteúdo. Por exemplo, aprender História da Arte não tem uma aplicação imediata, já que não vamos construir um templo grego ou uma coluna dórica, de modo que não obtemos uma gratificação imediata, que às vezes gera um desapego. No entanto, as regras internas de um jogo não têm em mente a atividade produtiva; os pontos são obtidos e o progresso é feito seguindo uma lógica mecânica que acaba quando o jogo termina. Ou seja, é uma situação em que é possível cometer erros para buscar melhorar depois, sem o medo ou a tensão de saber que a falha pode ter graves consequências.

A lógica interna de um jogo também é construída por meio de uma narrativa, que organiza as informações de maneira simples e lógica. Uma história fictícia é criada com problemas objetivos que incorporam, ao mesmo tempo, os elementos fundamentais da habilidade ou disciplina que se pretende ensinar. O que está em foco é a familiaridade dos alunos com conceitos, habilidades ou histórias para, assim, facilitar a introdução ao assunto mais profundo da disciplina e fazê-lo com um interesse maior.
Além disso, a apresentação desse tipo de atividade no processo de aprendizagem não é apenas uma forma de provocar interesse de maneira momentânea, mas também incentiva a continuidade do aprendizado. Quando os dados são recebidos de maneira impessoal e não são imediatamente aplicáveis, os alunos veem isso como um procedimento que deve ser superado para ser aprovado nas provas ou exames, nada mais.

A gamificação, naturalmente, é um método que não substitui o ensino tradicional ou a figura
de instrutores e professores, mas é um complemento que está fornecendo ótimos resultados. É, sem dúvida, uma boa maneira de abordar um conhecimento que queremos aprender sem ter que entrar totalmente em conteúdos que ainda não compreendemos e cuja dificuldade pode gerar apatia.

Essa técnica, além de já ter sido aplicada em escolas com bons resultados e ter revolucionado o aprendizado digital, também chamado de Educação a Distância (EaD) ou e-learning, deve chegar até a formação nas empresas. De fato, de acordo com um estudo da Udemy sobre treinamento no ambiente profissional, 3 dos 10 chefes de departamentos de treinamento planejam incorporar essa técnica em programas de treinamento para seus trabalhadores ao longo dos próximos anos. Você estará preparado?

Se você ainda não se sente preparado para essa técnica, na Udemy você encontra muitos
cursos relevantes que podem contribuir para seu aprendizado. Como exemplo:


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

"Considero minha habilidade em despertar o entusiasmo entre os homens".

"A maior força que possuo, e o meio mais eficiente para desenvolver o que de melhor há em homem é a apreciação e o encorajamento". "Não há meio mais capaz de matar as ambições de um homem do que a crítica dos seus superiores. " Nunca critico quem der que seja. Acredito no incentivo que se dá a um homem pra trabalhar. Assim, sempre estou ansioso para elogiar, mas repugna-me descobrir faltas. Se gosto de alguma coisa, sou sincero na minha aprovação e pródigo no meu elogio." De Charles Schwab, em depoimento no livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, Dale Carnegie.

A ação emana daquilo que fundamentalmente desejamos...

0 Prof. Harry Overstreet, no seu grande livro Influencing Human Behavior,  diz:


"A ação emana daquilo que fundamentalmente desejamos... e o melhor conselho que se pode dar às pessoas que têm necessidade de convencer alguém, seja nos negócios, no lar, na escola ou na política, é despertar na outra pessoa um desejo ardente. Aquele que puder conseguir isto terá todo o mundo a seu lado. Aquele que não o conseguir trilhará um caminho solitário".

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Testes de software evitam prejuízos a longo prazo





Mais de 65% dos custos de criação de software são relativos à sua manutenção / Mikael Hvidtfeldt Christensen/Creative Commons
Mais de 65% dos custos de criação de software são relativos à sua manutenção / Mikael Hvidtfeldt Christensen/Creative Commons

A transformação digital habilita novas soluções que facilitam a nossa vida diariamente.
Porém, as novas tecnologias criam um usuário peculiar, que está integrado ao processo de qualidade dos produtos. Nesse contexto, as empresas precisam estar preparadas diante de novas e constantes demandas.
Inovar é estratégico. Contudo, a inovação não é apenas uma ideia na cabeça. Planejamento e avaliação são fundamentais para garantir a eficiência no processo de desenvolvimento e a qualidade dos produtos.
Qualidade é um conceito subjetivo, na medida em que cada usuário possui uma percepção ligada à sua experiência particular.
Para o mercado de tecnologia, seguindo a norma brasileira para documentação de testes de software, consideramos qualidade o grau em que um sistema, componente ou processo atende a requisitos do projeto e às necessidades dos usuários.

Custos de manutenção


No processo de criação de um novo produto ou serviço de tecnologia, podemos estabelecer parâmetros para orientar o projeto, trazendo mais eficiência para seu desenvolvimento e otimizando os investimentos.
Mais de 65% dos custos de criação de software são relativos à sua manutenção – seja para corrigir defeitos, adaptar ou integrar a novas plataformas ou para aplicar melhorias sugeridas por usuários.
Em casos de aplicações críticas – testes nas áreas da medicina e aviação, por exemplo – esses custos podem ultrapassar 90% do orçamento.
Portanto, definindo os critérios de qualidade, podemos planejar quais passos corroboram para alcançar os resultados estimados, sem tomar desvios ineficientes ou ter a necessidade de retroceder para corrigir a concepção de um projeto.
De modo geral, os desenvolvedores brasileiros estão mais concentrados em entregar as funcionalidades do software do que em garantir qualidade no processo de desenvolvimento.
E esse caminho envolve adotar uma metodologia de testes em todas as etapas: definição de escopo, arquitetura e prototipagem, desenvolvimento, homologação, documentação e go-to-market.
O fato de focar apenas em funcionalidades, sem atenção às outras etapas, pode representar um aumento exponencial de custos e atrasos no fluxo de trabalho.
O cuidado com o teste processual colabora para a entrega de um projeto mais alinhado com seu escopo e com a expectativa do mercado.
No entanto, conforme uma pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, estima-se que menos de 9% das empresas de software conhecem a norma IEEE 829-2008 – que é a principal regulamentação em vigência para documentação de teste de software.

Planejamento cuidadoso

É importante que todo o processo de desenvolvimento de um novo produto ou serviço envolva um planejamento cuidadoso, por dois motivos:
  • por um lado, para otimizar o uso de tempo e investimentos;
  • por outro para garantir uma experiência positiva do usuário.
E testes são ferramentas essenciais para evitar que o que você chama de inovação seja um tiro no escuro.
A longo prazo, sua aplicação evitará que a empresa tenha problemas de qualidade dos produtos, prejuízos financeiros e possíveis danos à sua reputação.















Lucas Pereira é líder de Quality Assurance da Blockbit
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